A verdade é que este ano tem ocorrido muitas tragédias infelizmente, causas natureza, se calhar nem todas...
Canal:fimdostemposnet
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2010: Catástrofes sobre Catástrofes
Publicada por bluesharklima
terça-feira, 2 de março de 2010
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01:40
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Etiquetas: Desastres, Elite, Falsa-bandeira, HAARP, Illuminati, Notícias, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução, tecnologias, Terramoto, Vídeo
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HAARP e o Terremoto de 8,8 no Chile em 27/02/2010
Publicada por bluesharklimaAssim como no Haiti (no mês passado), no Chile tivemos mais um "desastre natural" (terremoto) que, na realidade, é artificial [1], conforme relatado abaixo. Os mandantes assassinos dessas catástrofes ainda continuam soltos...
A repórter chilena Cecilia Lagos disse em entrevista à CNN que viu luzes no céu durante o terremoto. Essas luzes são sinais já identificados em outros locais, antes de um terremoto, onde se suspeita da utilização do HAARP, arma suspostamente capaz de produzir terremotos. HAARP é uma fantasia de teóricos da conspiração (como a propaganda oficial quer fazer parecer) ou uma tecnologia criada pelos "práticos da conspiração"? Descubra clicando nos links que oferecemos nessa postagem. Abaixo, a tradução do depoimento da jornalista chilena.
Cecilia Lagos – “Além disso, Eu vi através de minha janela, enquanto eu ainda estava na cama, o céu mudando de cor, foi absolutamente surreal. Eu realmente achei que fosse o fim do mundo… Eu não sei, espero que você me entenda porque não estou exagerando de forma alguma o que vi pela janela. O que foi mais aterrador ao ver o céu mudando de cor com aquele tremor de terra, forte, terrível e surpreendente… a terra abriu e construções foram abaixo… tal como no filme 2012…”
Cecilia Lagos – “Além disso, Eu vi através de minha janela, enquanto eu ainda estava na cama, o céu mudando de cor, foi absolutamente surreal. Eu realmente achei que fosse o fim do mundo… Eu não sei, espero que você me entenda porque não estou exagerando de forma alguma o que vi pela janela. O que foi mais aterrador ao ver o céu mudando de cor com aquele tremor de terra, forte, terrível e surpreendente… a terra abriu e construções foram abaixo… tal como no filme 2012…”
Abaixo, a entrevista completa, em inglês:
Fonte:
http://www.ecocidio.com.br/2010/02/27/terremoto-no-chile-indicios-apontam-haarp-como-causa/
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01:20
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URGENTE! Avião chemtrail derrubado!
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Canal: TheMorpheusbrasil
Abatido um avião-tanque chemtrail MD-11 na China, outros dois foram forçados a pousar em Mumbai!
Link para a reportagem original em inglês:
http://preventdisease.com/news/09/113...
A mesma reportagem, resumida, na agência WORDPRESS:
http://pakalert.wordpress.com/2009/11...
Achei uma outra notícia inacreditável relacionada às chemtrails, "Conferência da Geoengenharia discute bloquear o sol". Você sabia que a Geoengenharia é um programa oficial do governo dos EUA? Isso significa: Refazer o ambiente do planeta, a atmosfera! Está em andamento a todo o vapor!
Agora essa foi demais, eles querem BLOQUEAR O SOL, para que seria, para evitar vermos a chegada de Nibiru? Ou para evitar que o sol mande os raios sincronizadores em 2012 e ajude a humanidade e evoluir? Ou para que mais seria? Especulações estão abertas! Veja a reportagem:
http://preventdisease.com/news/10/011...
Além do mais, para bloquear o Sol, a quantidade de lixo químico colocado na atmosfera vai encerrar de vez a vida humana e animal do planeta, bem como a flora!
Os bitmaps que estão no meio deste meu vídeo vou colocar no meu servidor, com alta resolução.
morpheusbrasil.4shared.com
Divulgue para todos os que você puder! Unidos venceremos!
à(s)
16:48
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Os desafios do socialismo do século XXI na Venezuela
Publicada por bluesharklima
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
por William I. Robinson [*]
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
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A verdadeira origem da tragédia no Haiti
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Chamemos as coisas pelos seu nome. Os milhões de dólares que o mundo rico destina agora ao Haiti não apagam a responsabilidade desse mundo na origem da tragédia: impor políticas económicas injustas, perniciosas e inúteis.
Catástrofes naturais, o que se chama de catástrofes completamente naturais, não existem a cem por cento. Se as descascarmos, encontramos falta de solidariedade e cobiças anteriores, incompetência culposa, numerosas injustiças estruturais mais doses industriais de hipocrisia. Tomemos como exemplo o terramoto do Haiti, o afundamento de Porto Príncipe, sua capital.
Num extraordinário e denso programa informativo elaborado por uma equipe de competentes jornalistas da televisão espanhola (bem escasso nestes tempos) sobre o desastre do Haiti, averiguamos que em catástrofes anteriores não se distribuiu a ajuda humanitária por erros logísticos. Neste terramoto, a ajuda humanitária amontoa-se no aeroporto da capital, mas os haitianos deambulam pelas ruas sem nada do que precisam, muitos obtendo o que podem das lojas de alimentos destruídas... Pelo menos assim é quando escrevo estas linhas.
No programa informativo mencionado, porta-vozes de instituições internacionais, Cruz Vermelha e outras organizações solidárias, concordam em que é um problema enorme resolver a "questão logística" para fazer chegar a ajuda humanitária aos haitianos que dela necessitam, que são quase todos. Falha portanto, como uma espingarda de feira, o "conjunto de meios e infraestruturas necessárias" (a logística é isso) para distribuir equipamentos sanitários, medicamentos, alimentos, água...
Falhou a logística na reunião e repartição de milhões de dólares para salvar os incompetentes, imprudentes e cobiçosos grandes bancos do mundo no início da crise financeira? Que problemas concretos existem para distribuir a ajuda humanitária? Não há pessoal suficiente? Não há meios de transporte? Dizem que no Haiti já não há Estado e isso complica tudo. Não pode a ONU substituir ainda que provisoriamente esse Estado inexistente?
Por que se verificou essa catástrofe? Só ouvi expor a causa final da tragédia no Haiti por parte do bom jornalista que é o repórter Vicente Romero, enviado ao Haiti, e de um porta-voz da Intermón Oxfam. A tragédia foi tão considerável porque em Porto Príncipe, a capital, amontoavam-se milhares e milhares de pessoas pobres que fugiram há anos das zonas rurais e ali se instalaram em habitações precária, vilas miséria, favelas, bidonvilles ou como queiram chamar a esse buracos de pobreza e marginalidade.
E por que se deslocaram em massa do campo para a capital? Porque ficaram sem trabalho e sem possibilidade de tê-lo. E por que esse desemprego maciço? Porque os génios do Fundo Monetário Internacional decidiram "liberalizar" o mercado do arroz no altar no livre comércio. Ou seja, retiraram ao Haiti o poder de impor tarifas ao arroz estrangeiro.
O resultado foi que os cultivadores de arroz do Haiti ficaram a mercê do sector arrozeiro estado-unidense, subvencionado pelo governo dos Estados Unidos. Arruinaram o arroz haitiano, vendendo os Estados Unidos o seu muito mais barato; de facto abaixo do preço de custo. Essa é a liberdade de comércio que entendem os Estados poderosos, as organizações económicas internacionais e a minorias privilegiadas e cobiçosas a cujo leal serviço estão.
Continua...
Chamemos as coisas pelos seu nome. Os milhões de dólares que o mundo rico destina agora ao Haiti não apagam a responsabilidade desse mundo na origem da tragédia: impor políticas económicas injustas, perniciosas e inúteis. Catástrofes naturais, o que se chama de catástrofes completamente naturais, não existem a cem por cento. Se as descascarmos, encontramos falta de solidariedade e cobiças anteriores, incompetência culposa, numerosas injustiças estruturais mais doses industriais de hipocrisia. Tomemos como exemplo o terramoto do Haiti, o afundamento de Porto Príncipe, sua capital.
Num extraordinário e denso programa informativo elaborado por uma equipe de competentes jornalistas da televisão espanhola (bem escasso nestes tempos) sobre o desastre do Haiti, averiguamos que em catástrofes anteriores não se distribuiu a ajuda humanitária por erros logísticos. Neste terramoto, a ajuda humanitária amontoa-se no aeroporto da capital, mas os haitianos deambulam pelas ruas sem nada do que precisam, muitos obtendo o que podem das lojas de alimentos destruídas... Pelo menos assim é quando escrevo estas linhas.
No programa informativo mencionado, porta-vozes de instituições internacionais, Cruz Vermelha e outras organizações solidárias, concordam em que é um problema enorme resolver a "questão logística" para fazer chegar a ajuda humanitária aos haitianos que dela necessitam, que são quase todos. Falha portanto, como uma espingarda de feira, o "conjunto de meios e infraestruturas necessárias" (a logística é isso) para distribuir equipamentos sanitários, medicamentos, alimentos, água...
Falhou a logística na reunião e repartição de milhões de dólares para salvar os incompetentes, imprudentes e cobiçosos grandes bancos do mundo no início da crise financeira? Que problemas concretos existem para distribuir a ajuda humanitária? Não há pessoal suficiente? Não há meios de transporte? Dizem que no Haiti já não há Estado e isso complica tudo. Não pode a ONU substituir ainda que provisoriamente esse Estado inexistente?
Por que se verificou essa catástrofe? Só ouvi expor a causa final da tragédia no Haiti por parte do bom jornalista que é o repórter Vicente Romero, enviado ao Haiti, e de um porta-voz da Intermón Oxfam. A tragédia foi tão considerável porque em Porto Príncipe, a capital, amontoavam-se milhares e milhares de pessoas pobres que fugiram há anos das zonas rurais e ali se instalaram em habitações precária, vilas miséria, favelas, bidonvilles ou como queiram chamar a esse buracos de pobreza e marginalidade.
E por que se deslocaram em massa do campo para a capital? Porque ficaram sem trabalho e sem possibilidade de tê-lo. E por que esse desemprego maciço? Porque os génios do Fundo Monetário Internacional decidiram "liberalizar" o mercado do arroz no altar no livre comércio. Ou seja, retiraram ao Haiti o poder de impor tarifas ao arroz estrangeiro.
O resultado foi que os cultivadores de arroz do Haiti ficaram a mercê do sector arrozeiro estado-unidense, subvencionado pelo governo dos Estados Unidos. Arruinaram o arroz haitiano, vendendo os Estados Unidos o seu muito mais barato; de facto abaixo do preço de custo. Essa é a liberdade de comércio que entendem os Estados poderosos, as organizações económicas internacionais e a minorias privilegiadas e cobiçosas a cujo leal serviço estão.
Continua...
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Video: Denúncia da Guerra do Clima - Weather Warfare - Chem-trails
Publicada por bluesharklima
sábado, 30 de janeiro de 2010
http://www.olibertario.org/
Já começou a modificação climática do planeta, para a concretização da Weather Warfare, a Guerra com o Clima, usando o clima como arma.
Esta é uma Mega-denúncia, espalhe para todos os que você conhece, principalmente para os que estão dormindo ainda e não usam o YouTube para acompanhar as NOTÍCIAS URGENTES REAIS.
"Eu tenho observado os céus ultimamente. As nuvens não parecem naturais. Há algo estranho no ar.
Hipóteses até o momento, porque não temos como comprovar nada. Mas esses vídeos podem esclarecer muita coisa.
Pessoas de diferentes regiões do país e do mundo têm observado o mesmo fenômeno.
(Lembrar que muitas coisas concebidas como "teorias conspiratórias" vêm tendo a sua veracidade confirmada.
A monja Tereza Forcades falava a verdade sobre a gripe A.
É só pesquisar o que está sendo dito atualmente pelos jornais europeus acerca desse tema.
Além disso, vários políticos ao redor do mundo contestam a versão oficial do 11 de setembro e a noção de "aquecimento global antropogênico" vem perdendo dia após dia a credibilidade.)
Nem tudo é conspiração..."
Parte1
Parte2
Parte 3
Já começou a modificação climática do planeta, para a concretização da Weather Warfare, a Guerra com o Clima, usando o clima como arma.
Esta é uma Mega-denúncia, espalhe para todos os que você conhece, principalmente para os que estão dormindo ainda e não usam o YouTube para acompanhar as NOTÍCIAS URGENTES REAIS.
"Eu tenho observado os céus ultimamente. As nuvens não parecem naturais. Há algo estranho no ar.
Hipóteses até o momento, porque não temos como comprovar nada. Mas esses vídeos podem esclarecer muita coisa.
Pessoas de diferentes regiões do país e do mundo têm observado o mesmo fenômeno.
(Lembrar que muitas coisas concebidas como "teorias conspiratórias" vêm tendo a sua veracidade confirmada.
A monja Tereza Forcades falava a verdade sobre a gripe A.
É só pesquisar o que está sendo dito atualmente pelos jornais europeus acerca desse tema.
Além disso, vários políticos ao redor do mundo contestam a versão oficial do 11 de setembro e a noção de "aquecimento global antropogênico" vem perdendo dia após dia a credibilidade.)
Nem tudo é conspiração..."
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Haiti: Muitos soldados estrangeiros armados e pouca ajuda humanitária.
Publicada por bluesharklima
Créditos: provafinal2012.blogspot.com
Isto é o que resume novamente a situação no Haiti: Estamos testemunhando uma ocupação militar da ilha, em vez de ver a ajuda ser distribuída pelas vítimas.
Totalmente sem sentido.
Isto é o que resume novamente a situação no Haiti: Estamos testemunhando uma ocupação militar da ilha, em vez de ver a ajuda ser distribuída pelas vítimas.
Totalmente sem sentido.
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02:22
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A politica da administração Obama ameaça a humanidade
Publicada por bluesharklima
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Créditos: http://resistir.info
Recentes iniciativas do Governo dos EUA confirmam que a actual Administração, longe de renunciar a uma estratégia de dominação mundial, se propõe a ampliá-la em múltiplas frentes.
Aquilo que parecia impossível há um ano está a acontecer: a política externa de Obama é mais agressiva e perigosa para a Ásia, África e América Latina do que a de George Bush. Mas essa realidade não se tornou ainda evidente para as grandes maiorias, influenciadas pela campanha de âmbito mundial que apresenta o presidente dos EUA como um político progressista e um defensor da paz.
Os actos desmentem-lhe, porém, as promessas e a oratória.
Os media ocidentais dedicam atenção mínima a iniciativas que se integram na expansão planetária do militarismo estado-unidense. Mas esse silêncio não impede que ela seja uma realidade.
Ler mais...
por Miguel Urbano Rodrigues
Recentes iniciativas do Governo dos EUA confirmam que a actual Administração, longe de renunciar a uma estratégia de dominação mundial, se propõe a ampliá-la em múltiplas frentes. Aquilo que parecia impossível há um ano está a acontecer: a política externa de Obama é mais agressiva e perigosa para a Ásia, África e América Latina do que a de George Bush. Mas essa realidade não se tornou ainda evidente para as grandes maiorias, influenciadas pela campanha de âmbito mundial que apresenta o presidente dos EUA como um político progressista e um defensor da paz.
Os actos desmentem-lhe, porém, as promessas e a oratória.
Os media ocidentais dedicam atenção mínima a iniciativas que se integram na expansão planetária do militarismo estado-unidense. Mas esse silêncio não impede que ela seja uma realidade.
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15:04
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Fora com todas as tropas estrangeiras do Haiti
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Fonte: www.resistir.info
A devastação causada pelo terremoto no Haiti agravou a ocupação militar de seu território por tropas estrangeiras. Às tropas da Minustah, calculadas em 8 mil militares e sob comando brasileiro, se juntam agora cerca de 10 mil soldados norte-americanos, incluindo 2 mil marines. A desculpa dessa grande presença militar é a de ajudar os sobreviventes do terremoto e auxiliar no esforço de reconstrução do país. Em verdade, mais uma vez o sofrimento do povo haitiano é usado para justificar uma nova intervenção estrangeira.
Em uma situação de tanta dor e sofrimento, onde um povo miserável é vítima de uma catástrofe de proporções gigantescas; onde as imagens difundidas pelos grandes meios de comunicação é a de um país acéfalo no qual parece inexistir o aparelho de Estado, o envio de tropas se justificaria plenamente. O aparente caos natural do Haiti só poderia ser contornado pelo uso constante de uma força militar externa capaz de garantir a segurança e a estabilidade política, fatores imprescindíveis para a reconstrução econômica e social do país.
Ao contrário dessa "verdade" martelada diariamente em nossas cabeças, o fato é que a atual situação do Haiti em grande parte se deve às constantes interferências e intromissões de nações poderosas em seus assuntos domésticos. Os Estados Unidos, com os seus marines à frente, ocuparam e governaram o país de 1915 a 1934. De lá saíram quando o controle da alfândega do país permitiu o pagamento das dívidas que este possuía com o City Bank e, de quebra, conseguiram uma mudança constitucional que passou a permitir a venda de terras e plantações a estrangeiros.
A partir da década de 1990, após a derrubada da ditadura sanguinária de Jean Claude Duvalier, o Baby Doc, que recebeu o apoio dos Estados Unidos, o país se transformou em laboratório para intervenções estrangeiras, principalmente as norte-americanas. O objetivo de todas elas é um só: destruir qualquer capacidade dos haitianos em se auto-governarem. Isso significou executar uma clássica intervenção em seus assuntos internos, como foi o caso da destituição do então presidente Jean Bertrand Aristide, em 2004, o que resultou no envio de uma missão de paz da ONU, a Minustah, em nome da estabilização e segurança do país. Do mesmo modo, tratou-se de impedir que o Estado haitiano possa fazer o que todo Estado faz, executando políticas públicas com os fundos disponíveis, sejam eles internos obtidos com o recolhimento de impostos, sejam de doações ou empréstimos internacionais. Desde 2001, por pressão dos Estados Unidos, os fundos de ajuda internacionais são direcionados prioritariamente para as ações de ONGs que passaram a substituir as obrigações do Estado haitiano. O país não conta com forças armadas e as funções policiais são raquíticas.
Aproveitando-se da acefalia política para a qual contribuíram conscientemente, os Estados Unidos despejaram no Haiti o seu arroz, objeto de fartos subsídios, levando a ruína os pequenos agricultores do país. Em 1982, o governo dos Estados Unidos obrigou o Estado haitiano, sob a ditadura de Baby Doc, a eliminar todos os porcos do país, acusando-os de estarem infectados pela febre africana. Toda essa situação tornou a vida no campo insuportável, levando a um grande êxodo rural cujas conseqüências estão no aumento das favelas e da miséria do país observada na década de 1980, principal razão para a rebelião popular que pôs fim, em 1986, ao regime de terror de Baby Doc. Outra situação da qual tiraram proveito, a partir do êxodo rural, foi a implantação ainda nessa década das maquiladoras, principalmente de roupas esportivas (Nike, Adidas, Reebok), que se aproveitam de uma força de trabalho baratíssima e sem direito a organização sindical.
A presença da Minustah, a partir de 2004, acentuou no Haiti a condição de nação sob permanente estado de intervenção externa. Sob comando operacional dos militares brasileiros, a justificativa para uma nova intervenção estrangeira era a de restabelecer a ordem e reconstruir a infra-estrutura do país. Porém, em quase seis anos de ocupação, os níveis de miséria e pobreza não foram revertidos. Nenhuma escola ou hospital foi construído. Os termos da missão de paz da ONU definem que o orçamento da Minustah só pode ser gasto nas operações destinadas a manter a ordem pública e a segurança interna. Em junho de 2009, as mobilizações populares em apoio a um projeto aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado que reajustava o salário mínimo de 70 para 200 gourdas (1 dólar equivale a 42 gourdas), foram duramente reprimidas pelas tropas da Minustah.
por Renato Nucci Junior [*]
A devastação causada pelo terremoto no Haiti agravou a ocupação militar de seu território por tropas estrangeiras. Às tropas da Minustah, calculadas em 8 mil militares e sob comando brasileiro, se juntam agora cerca de 10 mil soldados norte-americanos, incluindo 2 mil marines. A desculpa dessa grande presença militar é a de ajudar os sobreviventes do terremoto e auxiliar no esforço de reconstrução do país. Em verdade, mais uma vez o sofrimento do povo haitiano é usado para justificar uma nova intervenção estrangeira. Em uma situação de tanta dor e sofrimento, onde um povo miserável é vítima de uma catástrofe de proporções gigantescas; onde as imagens difundidas pelos grandes meios de comunicação é a de um país acéfalo no qual parece inexistir o aparelho de Estado, o envio de tropas se justificaria plenamente. O aparente caos natural do Haiti só poderia ser contornado pelo uso constante de uma força militar externa capaz de garantir a segurança e a estabilidade política, fatores imprescindíveis para a reconstrução econômica e social do país.
Ao contrário dessa "verdade" martelada diariamente em nossas cabeças, o fato é que a atual situação do Haiti em grande parte se deve às constantes interferências e intromissões de nações poderosas em seus assuntos domésticos. Os Estados Unidos, com os seus marines à frente, ocuparam e governaram o país de 1915 a 1934. De lá saíram quando o controle da alfândega do país permitiu o pagamento das dívidas que este possuía com o City Bank e, de quebra, conseguiram uma mudança constitucional que passou a permitir a venda de terras e plantações a estrangeiros.
A partir da década de 1990, após a derrubada da ditadura sanguinária de Jean Claude Duvalier, o Baby Doc, que recebeu o apoio dos Estados Unidos, o país se transformou em laboratório para intervenções estrangeiras, principalmente as norte-americanas. O objetivo de todas elas é um só: destruir qualquer capacidade dos haitianos em se auto-governarem. Isso significou executar uma clássica intervenção em seus assuntos internos, como foi o caso da destituição do então presidente Jean Bertrand Aristide, em 2004, o que resultou no envio de uma missão de paz da ONU, a Minustah, em nome da estabilização e segurança do país. Do mesmo modo, tratou-se de impedir que o Estado haitiano possa fazer o que todo Estado faz, executando políticas públicas com os fundos disponíveis, sejam eles internos obtidos com o recolhimento de impostos, sejam de doações ou empréstimos internacionais. Desde 2001, por pressão dos Estados Unidos, os fundos de ajuda internacionais são direcionados prioritariamente para as ações de ONGs que passaram a substituir as obrigações do Estado haitiano. O país não conta com forças armadas e as funções policiais são raquíticas.
Aproveitando-se da acefalia política para a qual contribuíram conscientemente, os Estados Unidos despejaram no Haiti o seu arroz, objeto de fartos subsídios, levando a ruína os pequenos agricultores do país. Em 1982, o governo dos Estados Unidos obrigou o Estado haitiano, sob a ditadura de Baby Doc, a eliminar todos os porcos do país, acusando-os de estarem infectados pela febre africana. Toda essa situação tornou a vida no campo insuportável, levando a um grande êxodo rural cujas conseqüências estão no aumento das favelas e da miséria do país observada na década de 1980, principal razão para a rebelião popular que pôs fim, em 1986, ao regime de terror de Baby Doc. Outra situação da qual tiraram proveito, a partir do êxodo rural, foi a implantação ainda nessa década das maquiladoras, principalmente de roupas esportivas (Nike, Adidas, Reebok), que se aproveitam de uma força de trabalho baratíssima e sem direito a organização sindical.
A presença da Minustah, a partir de 2004, acentuou no Haiti a condição de nação sob permanente estado de intervenção externa. Sob comando operacional dos militares brasileiros, a justificativa para uma nova intervenção estrangeira era a de restabelecer a ordem e reconstruir a infra-estrutura do país. Porém, em quase seis anos de ocupação, os níveis de miséria e pobreza não foram revertidos. Nenhuma escola ou hospital foi construído. Os termos da missão de paz da ONU definem que o orçamento da Minustah só pode ser gasto nas operações destinadas a manter a ordem pública e a segurança interna. Em junho de 2009, as mobilizações populares em apoio a um projeto aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado que reajustava o salário mínimo de 70 para 200 gourdas (1 dólar equivale a 42 gourdas), foram duramente reprimidas pelas tropas da Minustah.
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Administração Obama envia ordens ao Banco Mundial para manter a situação de pobreza do terceiro mundo
Publicada por bluesharklima
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Tradução: Revelatti
Sob a justificativa comprovadamente fraudulenta e completamente corrompida do combate ao aquecimento global, a administração de Obama ordenou o Banco Mundial para manter "em desenvolvimento" dos países subdesenvolvidos, bloqueando-os de construção para exploração de carvão, usinas de energia, garantindo que os países mais pobres continuem na pobreza como resultado de demandas de energia não sejam atingidos.
Mesmo em meio a revelações explosivas das Nações Unidas, emissão de relatórios do IPCC sobre as geleiras do Himalaia e da floresta amazônica repleta de dados incorretos, o governo tem "intensificado a pressão sobre o Banco Mundial não para financiar o carvão, usinas de energia nos países em desenvolvimento", relata o Times of India.
A ordem foi feito por Diretor Executivo Americano do Banco Mundial Whitney Debevoise, que representa os Estados Unidos, ao considerar todos os empréstimos, investimentos, estratégias de assistência aos países, os orçamentos, auditorias e planos de negócios das entidades do Grupo Banco Mundial.
Ao evitar as nações pobres de se tornar auto-suficientes, bloqueando-as de produzir sua própria energia, a administração de Obama quer garantir que milhões mais morrerão de fome e falta de acesso a hospitais e tratamentos médicos.
Não só estrangulando o fornecimento de energia aos países mais pobres impedindo-os na distribuição de alimentos adequados e levando mais fome, mas os hospitais e postos de saúde no terceiro mundo são mal capazes de funcionar como um resultado do Banco Mundial e outros organismos mundiais, ordenando-lhes em serem dependentes de fontes de energia renováveis, que são totalmente insuficientes.
Um exemplo apareceu no documentário A Grande Farsa do Aquecimento Global, que destacou como um posto de saúde do Quênia não poderia operar um frigorífico médico, bem como as luzes ao mesmo tempo, porque a facilidade era restrita a apenas dois painéis solares.
"Há alguém interessado em matar o sonho Africano. E o sonho Africano está se desenvolvendo ", disse o escritor e economista James Shikwati. "Eu não vejo como um painel solar vai ajudar uma indústria siderúrgica ... Estamos dizendo para 'Não tocar nos seus recursos. Não toque em seu óleo. Não toque em seu carvão. "Isso é suicídio."
Os rótulos desse programa dão a idéia de restringir as pessoas mais pobres do mundo para fontes alternativas de energia como "o aspecto mais moralmente repugnante da campanha do aquecimento global".
Como já anteriormente foi referido, a implementação de políticas decorrentes do fraudulento medo exagerado e tendenciosos estudos sobre o aquecimento global já estão devastando o terceiro mundo, com uma duplicação dos preços dos alimentos provocando fome em massa e morte.
As pessoas pobres em todo o mundo, "estão sendo mortas em grande número pela fome como resultado das (alterações climáticas) políticas", disse o cético Senhor Monckton no Alex Jones Show no mês passado, devido às grandes áreas de terras agrícolas que estão sendo entregues ao crescimento dos biocombustíveis.
"Veja o Haiti, onde vivem na lama, torta com lama real custa 3 centavos cada.... Que é o que estamos vivendo, ou melhor, eles estão morrendo", disse Monckton, relatando quando ele deu uma palestra sobre este assunto, uma senhora na fila da frente estourou em lágrimas e disse: "Acabei de voltar do Haiti - agora por causa da duplicação dos preços dos alimentos no mundo, eles não podem sequer pagar o preço de uma torta de lama e eles estão morrendo de fome em todo lugar".
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Fonte: Infowars - Obama Administration Orders World Bank To Keep Third World In Poverty
Prison Planet.com
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Tradução: Revelatti
Sob a justificativa comprovadamente fraudulenta e completamente corrompida do combate ao aquecimento global, a administração de Obama ordenou o Banco Mundial para manter "em desenvolvimento" dos países subdesenvolvidos, bloqueando-os de construção para exploração de carvão, usinas de energia, garantindo que os países mais pobres continuem na pobreza como resultado de demandas de energia não sejam atingidos.Mesmo em meio a revelações explosivas das Nações Unidas, emissão de relatórios do IPCC sobre as geleiras do Himalaia e da floresta amazônica repleta de dados incorretos, o governo tem "intensificado a pressão sobre o Banco Mundial não para financiar o carvão, usinas de energia nos países em desenvolvimento", relata o Times of India.
A ordem foi feito por Diretor Executivo Americano do Banco Mundial Whitney Debevoise, que representa os Estados Unidos, ao considerar todos os empréstimos, investimentos, estratégias de assistência aos países, os orçamentos, auditorias e planos de negócios das entidades do Grupo Banco Mundial.
Ao evitar as nações pobres de se tornar auto-suficientes, bloqueando-as de produzir sua própria energia, a administração de Obama quer garantir que milhões mais morrerão de fome e falta de acesso a hospitais e tratamentos médicos.
Não só estrangulando o fornecimento de energia aos países mais pobres impedindo-os na distribuição de alimentos adequados e levando mais fome, mas os hospitais e postos de saúde no terceiro mundo são mal capazes de funcionar como um resultado do Banco Mundial e outros organismos mundiais, ordenando-lhes em serem dependentes de fontes de energia renováveis, que são totalmente insuficientes.
Um exemplo apareceu no documentário A Grande Farsa do Aquecimento Global, que destacou como um posto de saúde do Quênia não poderia operar um frigorífico médico, bem como as luzes ao mesmo tempo, porque a facilidade era restrita a apenas dois painéis solares.
"Há alguém interessado em matar o sonho Africano. E o sonho Africano está se desenvolvendo ", disse o escritor e economista James Shikwati. "Eu não vejo como um painel solar vai ajudar uma indústria siderúrgica ... Estamos dizendo para 'Não tocar nos seus recursos. Não toque em seu óleo. Não toque em seu carvão. "Isso é suicídio."
Os rótulos desse programa dão a idéia de restringir as pessoas mais pobres do mundo para fontes alternativas de energia como "o aspecto mais moralmente repugnante da campanha do aquecimento global".
Como já anteriormente foi referido, a implementação de políticas decorrentes do fraudulento medo exagerado e tendenciosos estudos sobre o aquecimento global já estão devastando o terceiro mundo, com uma duplicação dos preços dos alimentos provocando fome em massa e morte.
As pessoas pobres em todo o mundo, "estão sendo mortas em grande número pela fome como resultado das (alterações climáticas) políticas", disse o cético Senhor Monckton no Alex Jones Show no mês passado, devido às grandes áreas de terras agrícolas que estão sendo entregues ao crescimento dos biocombustíveis.
"Veja o Haiti, onde vivem na lama, torta com lama real custa 3 centavos cada.... Que é o que estamos vivendo, ou melhor, eles estão morrendo", disse Monckton, relatando quando ele deu uma palestra sobre este assunto, uma senhora na fila da frente estourou em lágrimas e disse: "Acabei de voltar do Haiti - agora por causa da duplicação dos preços dos alimentos no mundo, eles não podem sequer pagar o preço de uma torta de lama e eles estão morrendo de fome em todo lugar".
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Fonte: Infowars - Obama Administration Orders World Bank To Keep Third World In Poverty
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Médicos Sem Fronteiras acusam EUA por atrasos na ajuda ao Haiti
Publicada por bluesharklimaPor Morade Azzouz
PARIS (Reuters) - Uma das principais organizações humanitárias da França acusou nesta quarta-feira os Estados Unidos de prejudicarem as operações de auxílio no Haiti e de causarem graves atrasos para os médicos que tentam levar ajuda vital às vítimas do terremoto deste mês.
Françoise Saulnier, diretora jurídica dos Médicos Sem Fronteiras, disse que vários dias foram perdidos porque o principal aeroporto de Porto Príncipe, agora sob controle dos EUA, foi bloqueado para o tráfego militar.
"Perdemos três dias", afirmou ela à TV Reuters. "E esses três dias criaram um enorme problema de infecções e gangrenas, com amputações que agora são necessárias, enquanto poderíamos realmente ter poupado isso a essa gente".
A entidade, criada em 1971 por um grupo de jornalistas e médicos, entre os quais o atual chanceler francês Bernard Kouchner, queixou-se de que cinco aeronaves levando 85 toneladas de medicamentos e suprimentos cirúrgicos foram barradas no aeroporto de Porto Príncipe desde domingo à noite.
O secretário francês da Cooperação Internacional, Alain Joyandet, queixou-se no fim de semana às autoridades dos EUA depois que um avião da França com ajuda humanitária foi impedido de pousar na capital haitiana. Mas a presidência francesa minimizou o incidente, dizendo que o governo estava satisfeito com o grau de cooperação com os EUA.
Os EUA levaram ou estão levando cerca de 12 mil soldados ao Haiti por causa do terremoto do dia 12, que matou até 200 mil pessoas e deixou cerca de 3 milhões de feridos e desabrigados.
Saulnier declarou que a situação dos cirurgiões que atuam no Haiti está extremamente difícil, e que as equipes de auxílio foram obrigadas a comprar equipamentos improvisados nos mercados locais para serrar ossos.
"Está simplesmente apocalíptico no momento, com pessoas em péssima situação e uma condição em deterioração", disse ela, acreditando que houve uma "verdadeira má gestão de questões vitais".
"Você tem os primeiros três dias para tentar tirar as pessoas dos (escombros de) edifícios, outros três para lhes dar atenção médica e cirúrgica, e então todo o resto, emergências, comida, abrigo, água - tudo vem depois disso", afirmou.
"E, agora, tudo foi misturado e a atenção urgente e vital ao povo foi adiada (por causa da) logística militar, que é útil, mas não no terceiro dia, não no quarto dia, mas talvez no oitavo dia. Esta logística militar realmente congestionou o aeroporto e levou a esta má gestão".
(Reportagem adicional de Yann Tessier)
PARIS (Reuters) - Uma das principais organizações humanitárias da França acusou nesta quarta-feira os Estados Unidos de prejudicarem as operações de auxílio no Haiti e de causarem graves atrasos para os médicos que tentam levar ajuda vital às vítimas do terremoto deste mês.Françoise Saulnier, diretora jurídica dos Médicos Sem Fronteiras, disse que vários dias foram perdidos porque o principal aeroporto de Porto Príncipe, agora sob controle dos EUA, foi bloqueado para o tráfego militar.
"Perdemos três dias", afirmou ela à TV Reuters. "E esses três dias criaram um enorme problema de infecções e gangrenas, com amputações que agora são necessárias, enquanto poderíamos realmente ter poupado isso a essa gente".
A entidade, criada em 1971 por um grupo de jornalistas e médicos, entre os quais o atual chanceler francês Bernard Kouchner, queixou-se de que cinco aeronaves levando 85 toneladas de medicamentos e suprimentos cirúrgicos foram barradas no aeroporto de Porto Príncipe desde domingo à noite.
O secretário francês da Cooperação Internacional, Alain Joyandet, queixou-se no fim de semana às autoridades dos EUA depois que um avião da França com ajuda humanitária foi impedido de pousar na capital haitiana. Mas a presidência francesa minimizou o incidente, dizendo que o governo estava satisfeito com o grau de cooperação com os EUA.
Os EUA levaram ou estão levando cerca de 12 mil soldados ao Haiti por causa do terremoto do dia 12, que matou até 200 mil pessoas e deixou cerca de 3 milhões de feridos e desabrigados.
Saulnier declarou que a situação dos cirurgiões que atuam no Haiti está extremamente difícil, e que as equipes de auxílio foram obrigadas a comprar equipamentos improvisados nos mercados locais para serrar ossos.
"Está simplesmente apocalíptico no momento, com pessoas em péssima situação e uma condição em deterioração", disse ela, acreditando que houve uma "verdadeira má gestão de questões vitais".
"Você tem os primeiros três dias para tentar tirar as pessoas dos (escombros de) edifícios, outros três para lhes dar atenção médica e cirúrgica, e então todo o resto, emergências, comida, abrigo, água - tudo vem depois disso", afirmou.
"E, agora, tudo foi misturado e a atenção urgente e vital ao povo foi adiada (por causa da) logística militar, que é útil, mas não no terceiro dia, não no quarto dia, mas talvez no oitavo dia. Esta logística militar realmente congestionou o aeroporto e levou a esta má gestão".
(Reportagem adicional de Yann Tessier)
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Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti
Publicada por bluesharklima
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Fonte:port.pravda.ru

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.
A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.
Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.
O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.
Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.
Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.
De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:
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Já é o segundo pais, verdade é dita ao mundo, quero saber o que vão dizer os cépticos em relação a isto. XD

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.
A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.
Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.
O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.
Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.
Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.
De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:
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Já é o segundo pais, verdade é dita ao mundo, quero saber o que vão dizer os cépticos em relação a isto. XD
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Organização Mundial de Saúde no centro da tempestade
Publicada por bluesharklima
Fonte:rtp.pt
Conselho da Europa discute a gestão da pandemia pela OMS e o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar acusa essa gestão de ser um dos "maiores escândalos médicos do século". A OMS já recusou qualquer insinuação de ter agido sob influência da indústria farmacêutica ou outra, que não a da opinião cientifica de peritos de todo o mundo.
Já no passado dia 14 de Janeiro, Wolfgang Wodarg, tinha apresentado uma moção que propunha uma investigação que avaliasse o relacionamento entre a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as farmacêuticas. O epidemiologista, deputado eleito pelo grupo socialista e presidente da comissão de saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, acusa a OMS de exagerar a ameaça da Gripe A H1N1 ao qualificá-la como pandemia e de o ter feito sob pressão dos grandes grupos farmacêuticos, interessados em produzir e comercializar uma vacina.
Um grupo de deputados da Assembleia Parlamentar pediu mesmo a constituição de uma comissão que procedesse à avaliação "a ameaça das falsas pandemias na saúde".
A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa marcou para a manhã do dia 26 do corrente mês, à margem da sessão parlamentar, em Estrasburgo, uma audição parlamentar publica subordinada ao tema "A gestão da pandemia H1N1: será necessária mais transparência?".
Ler mais...
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"A OMS pauta-se por critérios científicos e não económicos"
Genebra, 25 Jan (Lusa) - A Organização Mundial de Saúde (OMS) negou hoje, em comunicado, a existência de um conflito de interesses na gestão da pandemia da gripe A (H1N1), garantindo que o organismo não sofreu "uma influência imprópria" por parte das farmacêuticas.
É claro que a OMS não iria dizer que o objectivo era encher os bolsos da industria farmaceitica, já sabemos que o problema não é a doença mas sim a vacina, ainda bem que a verdade vem ao de cima.
Vejá aqui toda toda a verdade sobre a pandemia-h1n1
Campanhas de vacinação contra a Gripe A H1N1 foram lançadas para combater a pandemia que agora é contestada Eduardo Morales, EPA
Conselho da Europa discute a gestão da pandemia pela OMS e o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar acusa essa gestão de ser um dos "maiores escândalos médicos do século". A OMS já recusou qualquer insinuação de ter agido sob influência da indústria farmacêutica ou outra, que não a da opinião cientifica de peritos de todo o mundo.
Um grupo de deputados da Assembleia Parlamentar pediu mesmo a constituição de uma comissão que procedesse à avaliação "a ameaça das falsas pandemias na saúde".
A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa marcou para a manhã do dia 26 do corrente mês, à margem da sessão parlamentar, em Estrasburgo, uma audição parlamentar publica subordinada ao tema "A gestão da pandemia H1N1: será necessária mais transparência?".
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"A OMS pauta-se por critérios científicos e não económicos"
Genebra, 25 Jan (Lusa) - A Organização Mundial de Saúde (OMS) negou hoje, em comunicado, a existência de um conflito de interesses na gestão da pandemia da gripe A (H1N1), garantindo que o organismo não sofreu "uma influência imprópria" por parte das farmacêuticas.
É claro que a OMS não iria dizer que o objectivo era encher os bolsos da industria farmaceitica, já sabemos que o problema não é a doença mas sim a vacina, ainda bem que a verdade vem ao de cima.
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Al-qaeda: Nova mensagem de líder terrorista(Tem a certeza sr. jornalista?)
Publicada por bluesharklimaFonte: correio da manha
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EUA não confirmam, para já, a autenticidade da mensagem atribuída ao líder da al-Qaeda
EUA não confirmam, para já, a autenticidade da mensagem atribuída ao líder da al-QaedaBin Laden ameaça com mais ataques (COM VÍDEO)
O líder da al-Qaeda, Osama bin Laden, reivindicou ontem o atentado frustrado contra um avião norte-americano no Dia de Natal e ameaçou com novos ataques contra os EUA, numa gravação áudio ontem difundida pela al-Jazeera."De Osama para Obama: a mensagem entregue pelo herói Umar Farouk Abdulmutallab confirma as mensagens anteriores dirigidas pelos heróis do 11 de Setembro", afirmou o líder da rede terrorista numa mensagem dirigida directamente ao presidente dos EUA. Recorde-se que Abdulmutallab foi o terrorista que tentou fazer explodir, no Dia de Natal, um avião que viajava para Detroit.
"Se fosse possível dirigir-vos as nossas mensagens por palavras, não as teríamos veiculado através de aviões", afirma ainda o líder da al-Qaeda, adiantando que os ataques contra os EUA vão continuar e que a América "não estará segura enquanto não for estabelecida a segurança na Palestina". "Os nossos ataques vão prosseguir enquanto continuar o vosso apoio aos israelitas. Não é justo que os americanos vivam em paz enquanto os nosso irmãos de Gaza vivem nas piores condições", afirmou o líder da al-Qaeda.
A Casa Branca não confirmou, para já, a autenticidade da gravação, afirmando que a mesma está a ser analisada. A divulgação da mensagem ocorre poucos dias antes da realização em Londres de uma conferência internacional sobre o Afeganistão. n *com agências
MULHERES BOMBISTAS SÃO NOVA ARMA
Um grupo de mulheres bombistas suicidas não árabes terá sido recentemente enviado pela al--Qaeda para atacar alvos no Ocidente. Segundo a edição on-line do jornal britânico ‘Daily Mail’, as autoridades inglesas foram avisadas para ficarem alerta em relação a mulheres não árabes, sem antecedentes de ligações a grupos terroristas e, possivelmente, com passaportes ocidentais, que terão escapado de um ataque recente contra um campo de treino da al--Qaeda no Iémen. Segundo as autoridades, estas mulheres poderão tentar atacar aviões ocidentais com explosivos líquidos escondidos sob a roupa, tal como tentou fazer o nigeriano Ummar Farouk Abdulmatullab.
APONTAMENTOS
AFEGANISTÃO
A última mensagem conhecida de Osama Bin Laden data de 25 de Setembro do ano passado, quando o líder da al-Qaeda exigiu a retirada das tropas europeias do Afeganistão. A gravação, posta a circular na internet, foi divulgada poucos dias antes das eleições legislativas alemãs.
'AL-QAEDA ARÁBICA'
O atentado terrorista frustrado contra o avião da Northwest Airlines foi reivindicado no dia 28 de Dezembro do ano passado pela al-Qaeda na Península Arábica, organização que tem o seu centro de operações no Iémen. Terá sido esta organização a treinar Ummar Farouk Abdulmutallab.
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Quando se diz, "EUA não confirmam, para já, a autenticidade da mensagem atribuída ao líder da al-Qaeda", e o próprio DN e toda a midia controlada tem como titulo "Al-qaeda: Nova mensagem de líder terrorista e Bin Laden ameaça com mais ataques (COM VÍDEO)", meus amigos reparem com eles manipulam a noticia e fazer acreditar que é a voz do Bin Ladem, quando a Casa Branca não da certezas, sabem qual é o objectivo e amedrontar o mundo com um fantasma que nunca mais nos ira largar(ou pelo até eles ter comprido o objectivo deles que como sabemos é a nova ordem mundial,ditadura!), para nos tirar a privacidade, liberdade já não chega os novos scanner tridimensionais que estão a espalhar pelos aeroportos. E dizem ainda "com vídeo", alguém vê se é do Bim Ladem(???), só uma gravação de áudio nada mais, porquê do realce "com vídeo", mais me questiono onde encontram esses áudios?
Para não falar de que já apareceu na net que o bin ladem supostamente está morto, mas midia controlada não explora esse assunto porque será. E digo outra vez, "amigo" Bin Ladem tem que treinar melhor esses seus homens eles nem se quer sabem detonar uma bomba, foram duas vezes e são uns bufos vão logo contar tudo ao FBI como os próprios disseram.
Inacreditável.
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07:58
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O que não estamos a ouvir acerca do Haiti: petróleo
Publicada por bluesharklima
Fonte: resistir.info
"Há prova de que os Estados Unidos descobriram petróleo no Haiti décadas atrás e que devido a circunstâncias geopolíticas e a interesses do big business foi tomada a decisão de manter o petróleo haitiano na reserva para quando o do Médio Oriente escasseasse. Isto é pormenorizado pelo dr. Georges Michel num artigo datado de 27/Março/2004 em que esboça a história das explorações e das reservas de petróleo no Haiti, bem como na investigação do dr. Ginette e Daniel Mathurin.

Também há boa evidência de que estas mesmas grandes companhias de petróleo estado-unidenses e seus monopólios inter-relacionados de engenharia e empreiteiros da defesa fez planos, décadas atrás, para utilizar portos de águas profundas do Haiti tanto para refinarias de petróleo como para desenvolver parques de tancagem ou reservatórios onde o petróleo bruto pudesse ser armazenado e posteriormente transferido para pequenos petroleiros a fim de atender portos dos EUA e do Caribe. Isto é pormenorizado num documento acerca da Dunn Plantation em Fort Liberté , no Haiti.
A HLLN de Ezili [1] sublinha este documentos sobre recursos petrolíferos do Haiti e os trabalhos do dr. Ginette e Daniel Mathurin a fim de proporcionar uma visão não encontrável nos media "de referência" nem tão pouco se encontra em qualquer outro lugar as razões económicas e estratégicas porque os EUA construíram a sua quinta maior embaixada do mundo — a quinta, após a embaixada dos EUA na China, no Iraque, no Irão e na Alemanha — no minúsculo Haiti, após a mudança do regime haitiano pelo governo Bush.
Os factos esboçados na Dunn Plantation e nos documentos de Georges Michel, considerados em conjunto, desvelam razoavelmente parte das razões ocultas porque os Enviado Especial da ONU ao Haiti, Bill Clinton , está à ocupação da ONU o aspecto de que as suas tropas permanecerão no Haiti por longo período.
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"Há prova de que os Estados Unidos descobriram petróleo no Haiti décadas atrás e que devido a circunstâncias geopolíticas e a interesses do big business foi tomada a decisão de manter o petróleo haitiano na reserva para quando o do Médio Oriente escasseasse. Isto é pormenorizado pelo dr. Georges Michel num artigo datado de 27/Março/2004 em que esboça a história das explorações e das reservas de petróleo no Haiti, bem como na investigação do dr. Ginette e Daniel Mathurin.

Também há boa evidência de que estas mesmas grandes companhias de petróleo estado-unidenses e seus monopólios inter-relacionados de engenharia e empreiteiros da defesa fez planos, décadas atrás, para utilizar portos de águas profundas do Haiti tanto para refinarias de petróleo como para desenvolver parques de tancagem ou reservatórios onde o petróleo bruto pudesse ser armazenado e posteriormente transferido para pequenos petroleiros a fim de atender portos dos EUA e do Caribe. Isto é pormenorizado num documento acerca da Dunn Plantation em Fort Liberté , no Haiti.
A HLLN de Ezili [1] sublinha este documentos sobre recursos petrolíferos do Haiti e os trabalhos do dr. Ginette e Daniel Mathurin a fim de proporcionar uma visão não encontrável nos media "de referência" nem tão pouco se encontra em qualquer outro lugar as razões económicas e estratégicas porque os EUA construíram a sua quinta maior embaixada do mundo — a quinta, após a embaixada dos EUA na China, no Iraque, no Irão e na Alemanha — no minúsculo Haiti, após a mudança do regime haitiano pelo governo Bush.
Os factos esboçados na Dunn Plantation e nos documentos de Georges Michel, considerados em conjunto, desvelam razoavelmente parte das razões ocultas porque os Enviado Especial da ONU ao Haiti, Bill Clinton , está à ocupação da ONU o aspecto de que as suas tropas permanecerão no Haiti por longo período.
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Premonição ou Conspiração ??
Publicada por bluesharklima
domingo, 24 de janeiro de 2010
Creditos: provafinal2012.blogspot.com
Curiosa esta observação do filme 2012 que foi demonstrado pelo autor da prova final 2012 e a "confidencia" do filme godzilla, um jornalista que diz o seguinte, "segundo as autoridades, este é o evento mais destruidor após os atentados do world trade center", pois bem este filme é de 1998, e na altura em que disse WTC no relógio apareceu 9:11, mais um coincidência vejam.
Curiosa esta observação do filme 2012 que foi demonstrado pelo autor da prova final 2012 e a "confidencia" do filme godzilla, um jornalista que diz o seguinte, "segundo as autoridades, este é o evento mais destruidor após os atentados do world trade center", pois bem este filme é de 1998, e na altura em que disse WTC no relógio apareceu 9:11, mais um coincidência vejam.
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Acerca do sub-imperialismo brasileiro Haiti: o que é imperialismo e o que é sub-imperialismo
Publicada por bluesharklima
fonte: resistir.info
Está-se consumando a crônica anunciada e previsível da nova ocupação do Haiti pelos Estados Unidos, desta vez aproveitando o terremoto que devastou o país e sua capital. Os Estados Unidos já desembarcaram 11 mil militares no país. Ontem, com tropas armadas e uniformizadas para combate, transportadas em helicópteros de guerra, ocuparam o palácio presidencial em Porto Príncipe. O aeroporto, não esqueçamos, continua sendo controlado e operado pelos Estados Unidos, que hastearam sua bandeira no local e decidem que aviões podem pousar. Nos últimos dias, deram prioridade a suas aeronaves, principalmente militares, prejudicando o desembarque da ajuda enviada por outros países e por organizações não-governamentais. A prioridade foi a segurança, não a vida da população haitiana, principalmente pobre. O ministro francês da Cooperação, Alain Joyandet, chegou a protestar: "Precisamos ajudar o Haiti, não ocupá-lo." É verdade que, tendo cumprido o cronograma inicial de desembarque de suas tropas, os Estados Unidos poderão autorizar, nos próximos dias, o pouso de um número maior de aviões de outros países, com técnicos e equipamentos para remoção de destroços, médicos e remédios para atendimento dos feridos, água e alimentos para a população desabrigada e desempregada. A essa altura, porém, a possibilidade de encontrar pessoas soterradas com vida será mínima e excepcional.
Sem que a mídia dê atenção a este aspecto, os Estados Unidos estão aumentando também o controle do porto que dá acesso à capital e de toda a área litorânea do Haiti, com um porta-aviões, um navio equipado com um hospital de campanha e vários navios da Guarda Costeira, visando a socorrer feridos, mas também a selecionar e controlar a aproximação de navios de ajuda de outros países, como o enviado pela Venezuela com combustível, e a impedir a emigração desesperada de haitianos para a costa estadunidense em pequenas embarcações..
Não podendo justificar suas ações arrogantes e unilaterais com ordens das Nações Unidas, o governo de Washington tem argumentado que atua a pedido do governo haitiano. Mas que soberania pode ter um governo, como o do presidente René Préval, que não dispõe sequer de forças policiais e de equipamentos de comunicação e transporte para manter a ordem pública e organizar o salvamento de seus cidadãos? É significativo também que o plano de salvamento e reconstrução do Haiti pelos Estados Unidos tenha sido anunciado, em conjunto, pelo presidente Barack Obama e pelos ex-presidentes Clinton e Bush – o mesmo Bush que demorou tanto a agir quando o furacão Katrina destruiu uma grande área dos Estados Unidos. Quando os interesses estratégicos da superpotência estadunidense e de suas empresas transnacionais estão em jogo, prevalece como sempre o consenso bipartidário entre "democratas" e "republicanos" – aliás, uma confluência bipartidária semelhante se ensaia agora no Brasil com o PSDB e o PT, apesar das acirradas disputas nas fases de eleição.
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Está-se consumando a crônica anunciada e previsível da nova ocupação do Haiti pelos Estados Unidos, desta vez aproveitando o terremoto que devastou o país e sua capital. Os Estados Unidos já desembarcaram 11 mil militares no país. Ontem, com tropas armadas e uniformizadas para combate, transportadas em helicópteros de guerra, ocuparam o palácio presidencial em Porto Príncipe. O aeroporto, não esqueçamos, continua sendo controlado e operado pelos Estados Unidos, que hastearam sua bandeira no local e decidem que aviões podem pousar. Nos últimos dias, deram prioridade a suas aeronaves, principalmente militares, prejudicando o desembarque da ajuda enviada por outros países e por organizações não-governamentais. A prioridade foi a segurança, não a vida da população haitiana, principalmente pobre. O ministro francês da Cooperação, Alain Joyandet, chegou a protestar: "Precisamos ajudar o Haiti, não ocupá-lo." É verdade que, tendo cumprido o cronograma inicial de desembarque de suas tropas, os Estados Unidos poderão autorizar, nos próximos dias, o pouso de um número maior de aviões de outros países, com técnicos e equipamentos para remoção de destroços, médicos e remédios para atendimento dos feridos, água e alimentos para a população desabrigada e desempregada. A essa altura, porém, a possibilidade de encontrar pessoas soterradas com vida será mínima e excepcional.Sem que a mídia dê atenção a este aspecto, os Estados Unidos estão aumentando também o controle do porto que dá acesso à capital e de toda a área litorânea do Haiti, com um porta-aviões, um navio equipado com um hospital de campanha e vários navios da Guarda Costeira, visando a socorrer feridos, mas também a selecionar e controlar a aproximação de navios de ajuda de outros países, como o enviado pela Venezuela com combustível, e a impedir a emigração desesperada de haitianos para a costa estadunidense em pequenas embarcações..
Não podendo justificar suas ações arrogantes e unilaterais com ordens das Nações Unidas, o governo de Washington tem argumentado que atua a pedido do governo haitiano. Mas que soberania pode ter um governo, como o do presidente René Préval, que não dispõe sequer de forças policiais e de equipamentos de comunicação e transporte para manter a ordem pública e organizar o salvamento de seus cidadãos? É significativo também que o plano de salvamento e reconstrução do Haiti pelos Estados Unidos tenha sido anunciado, em conjunto, pelo presidente Barack Obama e pelos ex-presidentes Clinton e Bush – o mesmo Bush que demorou tanto a agir quando o furacão Katrina destruiu uma grande área dos Estados Unidos. Quando os interesses estratégicos da superpotência estadunidense e de suas empresas transnacionais estão em jogo, prevalece como sempre o consenso bipartidário entre "democratas" e "republicanos" – aliás, uma confluência bipartidária semelhante se ensaia agora no Brasil com o PSDB e o PT, apesar das acirradas disputas nas fases de eleição.
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Naomi Klein dá opinião sobre a situação no Haiti
Publicada por bluesharklima
Fonte: canal deusmihifortis
Naomi Klein fala umas verdades do que se passa no Haiti, Ela é autora do livro A Doutrina do Choque.
Naomi Klein fala umas verdades do que se passa no Haiti, Ela é autora do livro A Doutrina do Choque.
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ONU admite erro em dados sobre aquecimento global
Publicada por bluesharklima
sábado, 23 de janeiro de 2010
Finalmente e felizmente a midia controlada é obrigada a contar a verdade ao mundo, não ah aquecimento global. :)
Fonte: dn.sapo.pt
As previsões feitas em 2007 sobre os glaciares dos Himalaias estão a ser reavaliadas.
A maior autoridade mundial em mudanças climáticas admitiu ontem que foram cometidos erros no cálculo das estimativas sobre um dos principais indicadores de aquecimento global: o desaparecimento dos glaciares nos Himalaias. Em comunicado, o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC) reconheceu que no seu quarto relatório, publicado em 2007, certos "padrões de provas não foram aplicados correctamente".
Esta admissão de erro surge semanas depois do fracasso da Cimeira de Copenhaga e após a polémica que ficou conhecida por Climategate. Esta controvérsia, que começou com a divulgação de e-mails pondo em causa dados científicos, afectou profundamente a posição dos defensores da tese do aquecimento global. A semana já tinha sido marcada por notícias contraditórias sobre os glaciares no Alasca. Embora estes glaciares tenham perdido 42 quilómetros cúbicos de água entre 1962 e 2006, esse valor é um terço inferior ao previsto.
Mas o erro sobre os Himalaias deverá ser politicamente mais sensível. Em 2007, o IPCC divulgou uma relatório onde se afirmava que estes glaciares podiam desaparecer até 2035. A informação foi citada em todo o mundo, incluindo pelo DN. No entanto, segundo o britânico Sunday Times, a previsão sobre 2035 foi baseada numa história publicada na revista New Scientist, que por sua vez citava um cientista indiano que entretanto afirma que tudo não passou de "especulação".
A situação é mais grave tendo em conta o que afirma o autor da peça jornalística da New Scientist. Ele diz ter entrevistado Syed Hasnain após ler um artigo num jornal indiano. O cientista referiu a data de 2035, apesar da não a incluir no relatório científico, na altura (1999) ainda não publicado em revistas especializadas. Nesse relatório, Hasnain mencionava que as suas observações diziam respeito a uma parte dos glaciares, não a toda a região. A parte mais inacreditável desta história é como informação tão pouco sólida se transformou numa posição do IPCC.
O artigo do Times que levou o IPCC a retractar-se cita um cientista britânico que faz contas muito simples em relação aos glaciares da região: alguns têm 300 metros de espessura e se derretessem a uma média de cinco metros por ano, o seu desaparecimento levaria mesmo assim 60 anos. Ora, eles estão a perder gelo a um ritmo de decímetros ou mesmo centímetros por ano. Apesar da data ser irrealista e haver acusações de que se tratava de "ciência vudu", o IPCC ignorou as críticas.
O eventual desaparecimento dos glaciares nos Himalaias teria consequências gravíssimas no abastecimento de rios que servem um sexto da população mundial (ver gráfico). Há 15 mil glaciares na região dos Himalaias e a sua superfície total ronda meio milhão de quilómetros quadrados. O IPCC insiste que se trata apenas de um erro em 3 mil páginas.
-----------------------------------------------------------
Todos sabemos que a terra na sua historia teve períodos extremamente quentes, inundações globais, eras glaciares, que eu saiba não havia poluição. Algumas causas do aquecimento global, que na actualidade até tem vindo a diminuir as temperaturas globais dizem os especialistas.
actividade solar
Brechas no campo magnético da terra
Tempestade solar
Fonte: dn.sapo.pt
As previsões feitas em 2007 sobre os glaciares dos Himalaias estão a ser reavaliadas.
A maior autoridade mundial em mudanças climáticas admitiu ontem que foram cometidos erros no cálculo das estimativas sobre um dos principais indicadores de aquecimento global: o desaparecimento dos glaciares nos Himalaias. Em comunicado, o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC) reconheceu que no seu quarto relatório, publicado em 2007, certos "padrões de provas não foram aplicados correctamente".
Esta admissão de erro surge semanas depois do fracasso da Cimeira de Copenhaga e após a polémica que ficou conhecida por Climategate. Esta controvérsia, que começou com a divulgação de e-mails pondo em causa dados científicos, afectou profundamente a posição dos defensores da tese do aquecimento global. A semana já tinha sido marcada por notícias contraditórias sobre os glaciares no Alasca. Embora estes glaciares tenham perdido 42 quilómetros cúbicos de água entre 1962 e 2006, esse valor é um terço inferior ao previsto.
Mas o erro sobre os Himalaias deverá ser politicamente mais sensível. Em 2007, o IPCC divulgou uma relatório onde se afirmava que estes glaciares podiam desaparecer até 2035. A informação foi citada em todo o mundo, incluindo pelo DN. No entanto, segundo o britânico Sunday Times, a previsão sobre 2035 foi baseada numa história publicada na revista New Scientist, que por sua vez citava um cientista indiano que entretanto afirma que tudo não passou de "especulação".
A situação é mais grave tendo em conta o que afirma o autor da peça jornalística da New Scientist. Ele diz ter entrevistado Syed Hasnain após ler um artigo num jornal indiano. O cientista referiu a data de 2035, apesar da não a incluir no relatório científico, na altura (1999) ainda não publicado em revistas especializadas. Nesse relatório, Hasnain mencionava que as suas observações diziam respeito a uma parte dos glaciares, não a toda a região. A parte mais inacreditável desta história é como informação tão pouco sólida se transformou numa posição do IPCC.
O artigo do Times que levou o IPCC a retractar-se cita um cientista britânico que faz contas muito simples em relação aos glaciares da região: alguns têm 300 metros de espessura e se derretessem a uma média de cinco metros por ano, o seu desaparecimento levaria mesmo assim 60 anos. Ora, eles estão a perder gelo a um ritmo de decímetros ou mesmo centímetros por ano. Apesar da data ser irrealista e haver acusações de que se tratava de "ciência vudu", o IPCC ignorou as críticas.
O eventual desaparecimento dos glaciares nos Himalaias teria consequências gravíssimas no abastecimento de rios que servem um sexto da população mundial (ver gráfico). Há 15 mil glaciares na região dos Himalaias e a sua superfície total ronda meio milhão de quilómetros quadrados. O IPCC insiste que se trata apenas de um erro em 3 mil páginas.
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Todos sabemos que a terra na sua historia teve períodos extremamente quentes, inundações globais, eras glaciares, que eu saiba não havia poluição. Algumas causas do aquecimento global, que na actualidade até tem vindo a diminuir as temperaturas globais dizem os especialistas.
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Lula – Ditadura à vista: plano de direitos humanos – Aborto, Censura, Tirar símbolos religiosos, Casamento Gay, Invasão de terras entre outras coisas
Publicada por bluesharklima
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Créditos:fimdostempos.net
Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.
No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.
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Em panfleto, CNBB chama Lula de “novo Herodes” por plano de direitos humanos
22/01/2010
Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.
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à(s)
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