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Cancelem o Futebol, ou os Eua MORRE!
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
à(s)
16:43
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Etiquetas: alex jones, Desastres, divida, Documentários, dolar, Elite, Illuminati, maçonaria, Nova Ordem Mundial, Vídeo
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Presidente do IPCC pede desculpas pelo erro no derretimento das geleiras do Himalaia
Publicada por bluesharklima
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Representante da Elite Verde ClimateGate
Relatório do clima volta a ser acusado de erro
Índia contesta a previsão de degelo do Himalaia; IPCC se defende
Fonte:
ABU DABI
O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri, defendeu ontem, em Abu Dabi, seu grupo de especialistas, acusado de ter feito uma previsão errada sobre o degelo dos glaciares do Himalaia. Em 2007, em seu quarto informe, que lhe valeu o Prêmio Nobel da Paz - dividido com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore -, o IPCC advertiu que os glaciares da cadeia do Himalaia retrocediam mais rapidamente que os demais e que "poderiam desaparecer até 2035 ou mesmo antes".
Pachauri declarou que, ainda que essa data seja errada, a mudança climática é real. "Digamos que nos equivocamos sobre uma cifra, mas isso não invalida as provas científicas referentes ao clima na Terra", afirmou o presidente do painel.
Artigo encontra-se: olibertario.org
Relatório do clima volta a ser acusado de erro
Índia contesta a previsão de degelo do Himalaia; IPCC se defende
Fonte:
ABU DABI
O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri, defendeu ontem, em Abu Dabi, seu grupo de especialistas, acusado de ter feito uma previsão errada sobre o degelo dos glaciares do Himalaia. Em 2007, em seu quarto informe, que lhe valeu o Prêmio Nobel da Paz - dividido com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore -, o IPCC advertiu que os glaciares da cadeia do Himalaia retrocediam mais rapidamente que os demais e que "poderiam desaparecer até 2035 ou mesmo antes".
Pachauri declarou que, ainda que essa data seja errada, a mudança climática é real. "Digamos que nos equivocamos sobre uma cifra, mas isso não invalida as provas científicas referentes ao clima na Terra", afirmou o presidente do painel.
Artigo encontra-se: olibertario.org
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00:26
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Etiquetas: Actividade solar, Aquecimento global, Controlo mental, Corrupção, Elite, Illuminati, maçonaria, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução
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Os desafios do socialismo do século XXI na Venezuela
Publicada por bluesharklima
por William I. Robinson [*]
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
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Etiquetas: "Terrorismo", Controlo mental, Corrupção, Elite, Falsa-bandeira, guerra ao terror, Illuminati, maçonaria, media manipulada, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução
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MÉDICOS DE CUBA NO HAITI: A SOLIDARIEDADE SILENCIADA
Publicada por bluesharklima
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Este vídeo mostra nos que cuba esta a ajudar o Haiti em força, mas o interesse da elite é que o mundo não o saiba, dando a sensação ao mundo que países como Cuba e Venezuela são indiferentes a estas tragédias, mas a verdade é que são verdadeiramente humanos e solidários, não ocupam o pais com outro tipo de interesses.
à(s)
23:54
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A verdadeira origem da tragédia no Haiti
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Chamemos as coisas pelos seu nome. Os milhões de dólares que o mundo rico destina agora ao Haiti não apagam a responsabilidade desse mundo na origem da tragédia: impor políticas económicas injustas, perniciosas e inúteis.
Catástrofes naturais, o que se chama de catástrofes completamente naturais, não existem a cem por cento. Se as descascarmos, encontramos falta de solidariedade e cobiças anteriores, incompetência culposa, numerosas injustiças estruturais mais doses industriais de hipocrisia. Tomemos como exemplo o terramoto do Haiti, o afundamento de Porto Príncipe, sua capital.
Num extraordinário e denso programa informativo elaborado por uma equipe de competentes jornalistas da televisão espanhola (bem escasso nestes tempos) sobre o desastre do Haiti, averiguamos que em catástrofes anteriores não se distribuiu a ajuda humanitária por erros logísticos. Neste terramoto, a ajuda humanitária amontoa-se no aeroporto da capital, mas os haitianos deambulam pelas ruas sem nada do que precisam, muitos obtendo o que podem das lojas de alimentos destruídas... Pelo menos assim é quando escrevo estas linhas.
No programa informativo mencionado, porta-vozes de instituições internacionais, Cruz Vermelha e outras organizações solidárias, concordam em que é um problema enorme resolver a "questão logística" para fazer chegar a ajuda humanitária aos haitianos que dela necessitam, que são quase todos. Falha portanto, como uma espingarda de feira, o "conjunto de meios e infraestruturas necessárias" (a logística é isso) para distribuir equipamentos sanitários, medicamentos, alimentos, água...
Falhou a logística na reunião e repartição de milhões de dólares para salvar os incompetentes, imprudentes e cobiçosos grandes bancos do mundo no início da crise financeira? Que problemas concretos existem para distribuir a ajuda humanitária? Não há pessoal suficiente? Não há meios de transporte? Dizem que no Haiti já não há Estado e isso complica tudo. Não pode a ONU substituir ainda que provisoriamente esse Estado inexistente?
Por que se verificou essa catástrofe? Só ouvi expor a causa final da tragédia no Haiti por parte do bom jornalista que é o repórter Vicente Romero, enviado ao Haiti, e de um porta-voz da Intermón Oxfam. A tragédia foi tão considerável porque em Porto Príncipe, a capital, amontoavam-se milhares e milhares de pessoas pobres que fugiram há anos das zonas rurais e ali se instalaram em habitações precária, vilas miséria, favelas, bidonvilles ou como queiram chamar a esse buracos de pobreza e marginalidade.
E por que se deslocaram em massa do campo para a capital? Porque ficaram sem trabalho e sem possibilidade de tê-lo. E por que esse desemprego maciço? Porque os génios do Fundo Monetário Internacional decidiram "liberalizar" o mercado do arroz no altar no livre comércio. Ou seja, retiraram ao Haiti o poder de impor tarifas ao arroz estrangeiro.
O resultado foi que os cultivadores de arroz do Haiti ficaram a mercê do sector arrozeiro estado-unidense, subvencionado pelo governo dos Estados Unidos. Arruinaram o arroz haitiano, vendendo os Estados Unidos o seu muito mais barato; de facto abaixo do preço de custo. Essa é a liberdade de comércio que entendem os Estados poderosos, as organizações económicas internacionais e a minorias privilegiadas e cobiçosas a cujo leal serviço estão.
Continua...
Chamemos as coisas pelos seu nome. Os milhões de dólares que o mundo rico destina agora ao Haiti não apagam a responsabilidade desse mundo na origem da tragédia: impor políticas económicas injustas, perniciosas e inúteis. Catástrofes naturais, o que se chama de catástrofes completamente naturais, não existem a cem por cento. Se as descascarmos, encontramos falta de solidariedade e cobiças anteriores, incompetência culposa, numerosas injustiças estruturais mais doses industriais de hipocrisia. Tomemos como exemplo o terramoto do Haiti, o afundamento de Porto Príncipe, sua capital.
Num extraordinário e denso programa informativo elaborado por uma equipe de competentes jornalistas da televisão espanhola (bem escasso nestes tempos) sobre o desastre do Haiti, averiguamos que em catástrofes anteriores não se distribuiu a ajuda humanitária por erros logísticos. Neste terramoto, a ajuda humanitária amontoa-se no aeroporto da capital, mas os haitianos deambulam pelas ruas sem nada do que precisam, muitos obtendo o que podem das lojas de alimentos destruídas... Pelo menos assim é quando escrevo estas linhas.
No programa informativo mencionado, porta-vozes de instituições internacionais, Cruz Vermelha e outras organizações solidárias, concordam em que é um problema enorme resolver a "questão logística" para fazer chegar a ajuda humanitária aos haitianos que dela necessitam, que são quase todos. Falha portanto, como uma espingarda de feira, o "conjunto de meios e infraestruturas necessárias" (a logística é isso) para distribuir equipamentos sanitários, medicamentos, alimentos, água...
Falhou a logística na reunião e repartição de milhões de dólares para salvar os incompetentes, imprudentes e cobiçosos grandes bancos do mundo no início da crise financeira? Que problemas concretos existem para distribuir a ajuda humanitária? Não há pessoal suficiente? Não há meios de transporte? Dizem que no Haiti já não há Estado e isso complica tudo. Não pode a ONU substituir ainda que provisoriamente esse Estado inexistente?
Por que se verificou essa catástrofe? Só ouvi expor a causa final da tragédia no Haiti por parte do bom jornalista que é o repórter Vicente Romero, enviado ao Haiti, e de um porta-voz da Intermón Oxfam. A tragédia foi tão considerável porque em Porto Príncipe, a capital, amontoavam-se milhares e milhares de pessoas pobres que fugiram há anos das zonas rurais e ali se instalaram em habitações precária, vilas miséria, favelas, bidonvilles ou como queiram chamar a esse buracos de pobreza e marginalidade.
E por que se deslocaram em massa do campo para a capital? Porque ficaram sem trabalho e sem possibilidade de tê-lo. E por que esse desemprego maciço? Porque os génios do Fundo Monetário Internacional decidiram "liberalizar" o mercado do arroz no altar no livre comércio. Ou seja, retiraram ao Haiti o poder de impor tarifas ao arroz estrangeiro.
O resultado foi que os cultivadores de arroz do Haiti ficaram a mercê do sector arrozeiro estado-unidense, subvencionado pelo governo dos Estados Unidos. Arruinaram o arroz haitiano, vendendo os Estados Unidos o seu muito mais barato; de facto abaixo do preço de custo. Essa é a liberdade de comércio que entendem os Estados poderosos, as organizações económicas internacionais e a minorias privilegiadas e cobiçosas a cujo leal serviço estão.
Continua...
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Video: Denúncia da Guerra do Clima - Weather Warfare - Chem-trails
Publicada por bluesharklima
sábado, 30 de janeiro de 2010
http://www.olibertario.org/
Já começou a modificação climática do planeta, para a concretização da Weather Warfare, a Guerra com o Clima, usando o clima como arma.
Esta é uma Mega-denúncia, espalhe para todos os que você conhece, principalmente para os que estão dormindo ainda e não usam o YouTube para acompanhar as NOTÍCIAS URGENTES REAIS.
"Eu tenho observado os céus ultimamente. As nuvens não parecem naturais. Há algo estranho no ar.
Hipóteses até o momento, porque não temos como comprovar nada. Mas esses vídeos podem esclarecer muita coisa.
Pessoas de diferentes regiões do país e do mundo têm observado o mesmo fenômeno.
(Lembrar que muitas coisas concebidas como "teorias conspiratórias" vêm tendo a sua veracidade confirmada.
A monja Tereza Forcades falava a verdade sobre a gripe A.
É só pesquisar o que está sendo dito atualmente pelos jornais europeus acerca desse tema.
Além disso, vários políticos ao redor do mundo contestam a versão oficial do 11 de setembro e a noção de "aquecimento global antropogênico" vem perdendo dia após dia a credibilidade.)
Nem tudo é conspiração..."
Parte1
Parte2
Parte 3
Já começou a modificação climática do planeta, para a concretização da Weather Warfare, a Guerra com o Clima, usando o clima como arma.
Esta é uma Mega-denúncia, espalhe para todos os que você conhece, principalmente para os que estão dormindo ainda e não usam o YouTube para acompanhar as NOTÍCIAS URGENTES REAIS.
"Eu tenho observado os céus ultimamente. As nuvens não parecem naturais. Há algo estranho no ar.
Hipóteses até o momento, porque não temos como comprovar nada. Mas esses vídeos podem esclarecer muita coisa.
Pessoas de diferentes regiões do país e do mundo têm observado o mesmo fenômeno.
(Lembrar que muitas coisas concebidas como "teorias conspiratórias" vêm tendo a sua veracidade confirmada.
A monja Tereza Forcades falava a verdade sobre a gripe A.
É só pesquisar o que está sendo dito atualmente pelos jornais europeus acerca desse tema.
Além disso, vários políticos ao redor do mundo contestam a versão oficial do 11 de setembro e a noção de "aquecimento global antropogênico" vem perdendo dia após dia a credibilidade.)
Nem tudo é conspiração..."
Parte1
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Canal fox prevê Nova Ordem Mundial
Publicada por bluesharklima
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16:59
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Etiquetas: big brother, Controlo mental, Corrupção, Desastres, Elite, Illuminati, maçonaria, Nova Ordem Mundial, Vídeo
Etiquetas: big brother, Controlo mental, Corrupção, Desastres, Elite, Illuminati, maçonaria, Nova Ordem Mundial, Vídeo
“Supremo Tribunal é loja maçónica”
Publicada por bluesharklima
Fonte: www.cmjornal.xl.pt
29 Janeiro 2010 - 00h30
'O Supremo Tribunal Administrativo é uma loja maçónica criada, instalada, dirigida e presidida por maçons – como, aliás, o Supremo Tribunal de Justiça é uma loja maçónica, criada e instalada por maçons'. A afirmação é feita por José Costa Pimenta, juiz de Direito, que em 1998 foi alvo de um processo disciplinar que ditou a sua aposentação compulsiva e que desde essa data tem vindo a contestar o afastamento. As alegações foram proferidas num recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, considerado improcedente no passado dia 14, e servem para contestar a decisão que determinou a aposentação.
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Estou sem palavras para esta bomba, agora que dizem meus amigos cépticos.
Aceitasse apostas, para o que vai acontecer ao juiz, sabem como é nestes situações.
29 Janeiro 2010 - 00h30
Polémica: Juízes admitem que alegações são verdadeiras
“Supremo Tribunal é loja maçónica”
Costa Pimenta, juiz de Direito, contestou a decisão de ser aposentado compulsivamente na sequência de uma inspecção e pôs em causa o que apelida de “máfia” nos tribunais.
'O Supremo Tribunal Administrativo é uma loja maçónica criada, instalada, dirigida e presidida por maçons – como, aliás, o Supremo Tribunal de Justiça é uma loja maçónica, criada e instalada por maçons'. A afirmação é feita por José Costa Pimenta, juiz de Direito, que em 1998 foi alvo de um processo disciplinar que ditou a sua aposentação compulsiva e que desde essa data tem vindo a contestar o afastamento. As alegações foram proferidas num recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, considerado improcedente no passado dia 14, e servem para contestar a decisão que determinou a aposentação.José Costa Pimenta, autor de uma vasta obra jurídica, vai mais longe nas suas considerações e fala em pactos secretos nos tribunais. 'A verdade é que as lojas maçónicas, incluindo o Supremo Tribunal Administrativo e a Relação de Lisboa, deixaram-se infiltrar pelo jesuitismo e profanos de avental, que constituíram uma máfia que opera nos tribunais portugueses'. Costa Pimenta diz ainda que há 'um grupo de indivíduos incluindo juízes, magistrados do MP, ministros, advogados, banqueiros, empresários, embaixadores, autarcas, homens do teatro, do cinema e da televisão, que distribuem sentenças entre si em benefício dos seus irmãos'.
O magistrado, que o Conselho Superior chegou a considerar em 1991 como de elevada craveira, contesta a decisão dos juízes do Supremo. 'Não são um verdadeiro tribunal. Não estou contra a maçonaria, mas sim os pactos que aquela encerra. Os juízes decidem não em função da lei mas sim dos compromissos que assumiram', disse ao CM.
Refira-se, ainda, que embora o recurso tenha sido considerado improcedente, o Supremo não questiona as alegações. 'Independentemente da exactidão dos factos, o motivo invocado não viciaria a nomeação (...) a referida associação [maçonaria] não sofre de qualquer objecção constitucional'.
ACÓRDÃO RETIRADO DA BASE DE DADOS
O acórdão estava disponível na base de dados do Ministério da Justiça. No entanto, por razões desconhecidas e embora seja público, foi retirado da internet. Pode agora ser acedido através do blogue ‘Torto e a Direito’, num post colocado pelo advogado Francisco Teixeira da Mota. O jurista questiona também o 'secretismo' do acórdão, admitindo que a sua ocultação é um acto de 'censura'.
PORMENORES
TORNAR PÚBLICO
Costa Pimenta diz no recurso que poderá publicar na internet o nome de todos os juízes maçons, para que a população em geral os conheça.
VÁRIAS OBRAS
É autor de várias obras como o ‘Código da Maçonaria’. O seu mais recente livro intitula-se ‘Salazar, o Maçon’. Escreveu códigos anotados
Tânia Laranjo/Ana Isabel Fonseca
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