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Nutricionista americana faz experiência com McDonald's

quarta-feira, 24 de março de 2010
Um ano depois, o  'Happy Meal' mantém o mesmo aspecto devido aos 
conservantes
              Um ano depois, o 'Happy Meal' mantém o mesmo aspecto devido aos conservantes

'Happy Meal' resiste um ano inteiro

Uma nutricionista americana fez uma experiência com um ‘Happy Meal’ da cadeia de fast food McDonald’s, fotografando-o em 2009 e guardando-o, para comprovar o poder dos conservantes. Um ano depois o hambúrguer e as batatas continuavam quase iguais, sem qualquer tipo de odor ou outros sinais de decomposição.

O 'Happy Meal' é uma refeição que se destina a crianças e a nutricionista Joann Bruso defendeu, em declarações ao diário britânico 'Daily Mail', que o facto de não apresentar indícios de decomposição passado tanto tempo demonstra que essa comida não é saudável.

No decurso deste período, Bruso também afirma que nem moscas nem outros insectos foram atraídos pela refeição da cadeia McDonald's.

A americana afirma ainda que ‘se as moscas ignoram um ‘Happy Meal' e os micróbios não o decompõem, então o corpo de uma criança também não poderá metabolizá-lo convenientemente.
Ao longo dos anos, a cadeia de fast food americana McDonald's tem-se esforçardo para provar que os seus alimentos são de qualidade, contrariando mitos criados acerca dos mesmos.
No entanto, estudos recentes indicam que cada produto contém, em média, sete aditivos alimentares. O pão tem conservantes como cálcio e propionato de sódio, a fatia de pickle contém benzoato de sódio e nas batatas fritas são detectáveis ácido cítrico e pirofosfato ácido de sódio, que mantêm a sua cor.
A McDonald's ainda não reagiu à experiência da nutricionista mas alguns críticos chamam a atenção para o facto de Joann Bruso viver em Denver, no estado do Colorado, onde as temperaturas são particularmente baixas. Isso poderá desacelerar o processo de decomposição da comida.

'Happy Meal' resiste um ano inteiro

Uma nutricionista americana fez uma experiência com um ‘Happy Meal’ da cadeia de fast food McDonald’s, fotografando-o em 2009 e guardando-o, para comprovar o poder dos conservantes. Um ano depois o hambúrguer e as batatas continuavam quase iguais, sem qualquer tipo de odor ou outros sinais de decomposição.

O 'Happy Meal' é uma refeição que se destina a crianças e a nutricionista Joann Bruso defendeu, em declarações ao diário britânico 'Daily Mail', que o facto de não apresentar indícios de decomposição passado tanto tempo demonstra que essa comida não é saudável.

No decurso deste período, Bruso também afirma que nem moscas nem outros insectos foram atraídos pela refeição da cadeia McDonald's.

A americana afirma ainda que ‘se as moscas ignoram um ‘Happy Meal' e os micróbios não o decompõem, então o corpo de uma criança também não poderá metabolizá-lo convenientemente.
Ao longo dos anos, a cadeia de fast food americana McDonald's tem-se esforçardo para provar que os seus alimentos são de qualidade, contrariando mitos criados acerca dos mesmos.
No entanto, estudos recentes indicam que cada produto contém, em média, sete aditivos alimentares. O pão tem conservantes como cálcio e propionato de sódio, a fatia de pickle contém benzoato de sódio e nas batatas fritas são detectáveis ácido cítrico e pirofosfato ácido de sódio, que mantêm a sua cor.
A McDonald's ainda não reagiu à experiência da nutricionista mas alguns críticos chamam a atenção para o facto de Joann Bruso viver em Denver, no estado do Colorado, onde as temperaturas são particularmente baixas. Isso poderá desacelerar o processo de decomposição da comida.


A Falsa Pandemia: empresas farmacêuticas lucraram com o pânico da gripe suína, afirma o chefe da Agência de Saúde Européia

terça-feira, 19 de janeiro de 2010
fonte: anovaordemmundial.com

O surto de gripe suína era uma "falsa pandemia" movida por empresas de medicamentos que fizeram bilhões de libras através do pânico em todo o mundo, alegou um importante especialista europeu em saúde.

Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa, acusou os fabricantes de medicamentos e vacinas da gripe de influenciar a decisão da Organização Mundial de Saúde de declarar uma pandemia.

Isto levou a que as empresas farmacêuticas assegurassem "enormes lucros", enquanto os países, incluindo o Reino Unido, "desperdiçaram" seus parcos orçamentos da saúde com milhões que estão sendo vacinados contra uma doença relativamente branda.

A resolução proposta pelo Dr. Wodarg pedindo uma investigação sobre o papel das empresas de droga foi aprovada pelo Conselho da Europa, o "senado" baseado em Estrasburgo que é responsável pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Um debate de urgência sobre a questão será realizado ainda este mês.
As afirmações do Dr. Wodarg emergem no mesmo momento em que o governo britânico está tentando desesperadamente se livrar de 1 bilhão de libras em vacina da gripe suína, encomendadas na época do pânico.

O Departamento de Saúde britânico alertou que poderia haver até 65.000 mortes por causa da gripe suína, criou uma linha telefônica e site especial para aconselhamento, suspendeu as regras normais para drogas anti-gripe para que pudessem ser dadas sem receita médica e aconselhou às autoridades locais para se prepararem para uma pandemia grave.

Planejadores foram orientados a prepararem os necrotérios para uma grande número de mortes e houve alertas de que o Exército poderia ser chamado para evitar tumultos enquanto a população lutasse para obter drogas.

Mas com menos de 5.000 pessoas na Inglaterra contraindo a doença até a semana passada e apenas 251 mortes no total, Dr. Wodarg definiu o surto do H1N1 como "um dos maiores escândalos médicos do século".

Ele afirmou: "O que tivemos foi uma gripe leve - e uma falsa pandemia."

Ele acrescentou que as sementes do pânico foram semeadas cinco anos atrás, quando se temia que o vírus mais letal da gripe aviária poderia se transformar em uma forma humana.

O "clima de pânico" levou os governos a estocar o remédio anti-gripe Tamiflu e criando "contratos adormecido" para milhões de doses de vacina. Dr Wodarg afirmou: "Os governos fecharam contratos com produtores de vacinas onde assegurariam as encomendas com antecedência e tomariam para si quase toda a responsabilidade. Desta forma, os produtores de vacinas teriam a certeza de enormes lucros sem qualquer risco financeiro. Então, eles só esperariam até que a OMS declarasse a "pandemia" e ativassem os contratos."

Ele também afirma que para continuar a avançar os seus interesses, as principais fabricantes de medicamentos colocaram 'seu pessoal' nas "engrenagens" da OMS e outras organizações influentes. Ele acrescentou ainda que sua influência poderia ter conduzido a OMS a suavizar a sua definição de pandemia - levando à declaração de um surto mundial em junho passado.

Dr Wodarg disse: "A fim de promover os seus medicamentos patenteados e de vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram os cientistas e os órgãos oficiais, responsáveis pelas normas de saúde pública, para alardear os governos pelo mundo inteiro.

"Eles nos fizeram esbanjar parcos recursos de saúde para estratégias de vacina ineficientes e que milhões de pessoas saudáveis fossem expostas desnecessariamente ao risco dos efeitos colaterais desconhecidos de vacinas insuficientemente testadas.

Ele não dá os nomes de ingleses com os conflitos de interesse.

Mas no ano passado, o Daily Mail revelou que Sir Roy Anderson, um cientista que aconselha o Governo sobre a gripe suína, também possui um salário de 116.000 libras por ano no conselho da GlaxoSmithKline (GSK).
A GSK produz drogas e vacinas anti-gripe e deve ser uma das maiores beneficiárias da pandemia.

O Departamento de Saúde britânico afirmou que embora a doença pareça estar em declínio, não descarta uma terceira onda, e insiste que todos as pessoas que podem receber a vacina que o façam.

O professor David Salisbury, chefe de imunização do governo britânico, disse que não havia "nenhuma razão" para as alegações do Dr Wodarg, dizendo que as pessoas com conflitos de interesse foram mantidas fora do processo decisório.

Um porta-voz da GSK declarou: "Alegações de influência indevida são equivocadas e infundadas. A OMS declarou que o vírus H1N1 preenchiam os critérios para uma pandemia. Como a OMS afirmou, regulamentos legais e inúmeras salvaguardas existem para evitar eventuais conflitos de interesse. "

A empresa, que ainda emprega Sir Roy, disse que ele tinha declarado os seus interesses comerciais e não tinha qualquer participação em reuniões relacionadas com a compra de drogas ou vacina para o Governo ou GSK.

 Fonte: BBC: One Planet: 17 de Janeiro de 2009

 Créditos: anovaordemmundial.com

No último programa da Série "Um Planeta" da BBC traz uma estarrecedora propaganda pró-tansgênico, que em sua última cartada tenta utilizar a mudança do clima (novo termo para aquecimento global) para justificar a importacao e o plantio de transgénicos.

Usar a maior farsa de todos os tempos para justificar um dos maiores venenos já criados para as pessoas e o meio ambiente, uma piada.

Veja abaixo o resumo do programa, mais abaixo voce pode ouvir o programa por completo.



Os impactos das alterações climáticas já sao visíveis. Padrões climáticos alternados estão afetando a vida de milhões em todo o mundo, especialmente na produção de alimentos.

No "Um Planeta" desta semana, Richard Hollingham discute a forma como a biotecnologia pode nos ajudar a desenvolver novas culturas que podem suportar duras condições de plantio. Ele vai a Bruxelas e discute com algumas das empresas de biotecnologia que querem que a Comissão Europeia relaxe a sua atitude em relação aos trangenicos. Ele também fala com a Comissão Europeia sobre a sua política em matéria de produtos geneticamente modificados.

Culturas geneticamente adaptadas para as mudanças climáticas precisam ser resistentes à seca e pragas e serem capazes de prosperar em solo de baixa qualidade. Eles também precisam proporcionar melhores rendimentos.

Estas culturas são controversos, especialmente na Europa. Historicamente, os legisladores europeus têm tido uma atitude muito cautelosa em relação aos alimentos geneticamente modificados e alimentos para animais. Atualmente a Comissão Europeia permite a importação de algodão geneticamente modificado, milho, colza, soja e beterraba açucareira para o consumo humano e animal. Até agora, a Comissão Europeia emitiu uma licença única para uma variedade de milho geneticamente modificado para ser cultivada na Europa.

Atualmente, existem cerca de cinqüenta produtos trangenicos que aguardam aprovação da Comissão Européia, dos quais dezenove são para o cultivo. As empresas que produzem transgênicos querem que a Comissao Europeia relaxe a sua moratória sobre a aprovação de novos produtos. Além das óbvias oportunidades comerciais, eles argumentam que se a Europa relaxar a sua atitude em relação aos alimentos trangenicos, as nações em desenvolvimento estarao mais propensas a aceitá-los também, e sao as nações em desenvolvimento as mais afetadas pelas alterações climáticas. Nesse sentido, a Europa está se tornando uma batalha crucial enquanto as empresas lutam para conseguir novas culturas autorizadas para cultivo.

Há ainda uma enorme oposição dentro da Europa para as culturas geneticamente modificadas. Mas estariam as alterações climáticas começando a alterar os termos do debate? Se o mundo será capaz de sustentar seus níveis atuais da população num momento em que está se tornando cada vez mais difícil de cultivar culturas tradicionais, chegamos agora ao ponto em que a Europa precisa de tomar uma atitude mais tolerante para o cultivo de culturas geneticamente modificadas?



As empresas de bio-tecnologia elogiam pois agora a europa terá um conselho científico, nos moldes do Brasil por exemplo. Sabemos então já o que esperar, como no Brasil, que o Secretário Executivo do Conselho Nacional de Biossegurança é ninguém menos que o ex-advogado da monsanto, Beto Vasconcelos.

O programa no entanto também mostra opiniões contrárias, de críticos dos tansgênicos. Em uma das entrevistas ele diz como os tansgênicos sãao intressincamente imprevisíveis e por isso se deve ter extrema cautela em sua adoção.

Por outro lado a Presidente da comissão européia insiste que a comissão européia se baseia na ciência. Bem, essa é a mesma desculpa daqueles que defendem o aquecimento global, ops, quer dizer, mudanca climática. Nós sabemos, porém, que esta ciência que tanto alardeiam é falsa, financiada pelas mesmas empresas que tiram gigantescas quantidades de dinheiro.

Um conselheiro científico de uma empresa diz que nao entende porque as pessoas acham que a ciência vindo das empresas tenha menos valor, e que seus standards são os mesmos de qualquer comunidade acadêmica. Provavelmente os mesmos standards das universidades envolvidas no Climategate, Universidade Britânica de East Anglia (Phil Jones) ou a americana Penn State (Michael Mann)

Ouça aqui o programa.