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Hoje andei a ler alguns jornais, e assim resumidamente o Governo vai roubar-nos dinheiro á força toda!
E vai perdoar MILHÕES de euros de dívidas de algumas empresas que tinham dinheiro em off-shores. ( LINK AQUI )
Portanto, o povo é roubado, e os mafiosos são perdoados!
E há gestores de empresas a ganhar desde 70 mil a 200 mil euros mensais.
Aproveito e deixo alguns links, de porcarias que o Governo vai aprontar...
O Governo quer antecipar para 2010 a aplicação de várias medidas inscritas no novo Código Contributivo, adiado para o próximo ano por imposição da Oposição, com vista a alargar a base contributiva da Segurança Social (SS). LINK
Quem se vai lixar á força toda?
A Classe média e os mais pobres. LINK AQUI
E estas medidas são até 2013..
Com tais medidas, o Estado vai roubar-nos, cerca de 3,9 Mil Milhões de euros.
Enquanto isso :
Empresas dão prémios Milionários ..
LINK
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Governo sempre a roubar
Publicada por bluesharklima
quinta-feira, 18 de março de 2010
à(s)
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Etiquetas: Banca, Controlo mental, Corrupção, divida, dolar, Elite, Euro, Illuminati, media manipulada, Morte da net, Mundo, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução, Sócrates
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Oh judite nós vamos cumprir hoje as regras!? (Manipulação dos média)
Publicada por bluesharklima
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Para aqueles que negam que a TV é manipulada. Continuem adormecidos que é isso que a elite quer.
Aqui esta as vossa media competente e detentora da verdade, o verdadeiro serviço publico. (ironia)
à(s)
17:40
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Etiquetas: Controlo mental, Corrupção, Elite, Illuminati, media manipulada, RTP, Sócrates, Vídeo
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«Catástrofe Anunciada»
Publicada por bluesharklima
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Portugal vai sofrer um terramoto como o do Haiti, ou ainda pior. Só não se sabe é quando. Estudos oficiais prevêem a morte de dezenas de milhar de pessoas. A maioria poderia sobreviver, se o Estado adoptasse medidas preventivas. Saiba quais os prédios inseguros, as zonas em risco e o que fazer.
veja aqui.
Cientificamente parece provado, não se sabe quando se amanha ou daqui a anos, mas o que me espanta é este alarme todo, até parece que sabem a data.
veja aqui.
Cientificamente parece provado, não se sabe quando se amanha ou daqui a anos, mas o que me espanta é este alarme todo, até parece que sabem a data.
à(s)
03:08
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Etiquetas: Desastres, media manipulada, Notícias, Problema-reação-solução, Terramoto
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Os desafios do socialismo do século XXI na Venezuela
Publicada por bluesharklima
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
por William I. Robinson [*]
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
entrevistado por Chronis Polychroniou [**]
1- Há histórias alarmantes vindo da Venezuela. A fronteira está a aquecer, está a verificar-se infiltração, nova base militar colombiana próxima à fronteira, o acesso dos EUA a várias novas base na Colômbia e subversão constante. Será que o regime se preocupa com uma possível invasão? Se sim, quem está para intervir?
O governo venezuelano está preocupado acerca de uma possível invasão estado-unidense e certamente uma invasão sem rodeios não pode ser descartada. Contudo, penso que os EUA estão a prosseguir uma estratégia de intervenção mais refinada que podíamos denominar guerra de atrito. Já vimos esta estratégia em outros países, tais como na Nicarágua na década de 1980, ou mesmo no Chile sob Allende. É o que no léxico da CIA é conhecido como desestabilização, e na linguagem do Pentágono é chamado guerra política – o que não significa que não haja componente militar. Isto é uma estratégia contra-revolucionária que combina ameaças militares e hostilidades com operações psicológicas, campanhas de desinformação, propaganda negra, sabotagem económica, pressões diplomáticas, mobilização de forças da oposição política dentro do país, execução de provocações e o atear de confrontações violentas nas cidades, manipulação de sectores insatisfeitos e a exploração de queixas legítimas entre a população. A estratégia é hábil em aproveitar dos próprios erros e limitações da revolução, tais como corrupção, clientelismo e oportunismo, os quais devemos reconhecer que são problemas sérios na Venezuela. É hábil também em agravar e manipular problemas materiais, tais como escassez, inflação dos preços e assim por diante.
O objectivo é destruir a revolução tornando-a não funcional, pela exaustão da vontade da população em continuar a lutar para forjar uma nova sociedade e, deste modo, minar a base social de massa da revolução. De acordo com a estratégia dos EUA a revolução deve ser destruída fazendo com que entre em colapso por si mesma, pela minagem da notável hegemonia que o chavismo e o bolivarianismo foram capazes de alcançar dentro da sociedade civil venezuelana ao longo da última década. Os estrategas dos EUA esperam provocar Chavez de modo a que tome a posição de transformar o processo socialista democrático num processo autoritário. Na visão destes estrategas, Chavez finalmente será removido do poder através de um certo número de cenários produzidos pela guerra de atrito constante – seja através de eleições, de um putsch militar interno, um levantamento, deserções em massa do campo revolucionário, ou uma combinação de factores que não podem ser antecipados.
Neste contexto, as bases militares na Colômbia proporcionam uma plataforma crucial para operações de inteligência e reconhecimento contra a Venezuela e também para a infiltração militar contra-revolucionária, a sabotagem económica e grupos terroristas. Estes grupos de infiltração destinam-se a perturbar mas, mais especificamente, a provocar reacções do governo revolucionário e sincronizar a provocação armada com toda a gama de agressões políticas, diplomáticas, psicológicas, económicas e ideológicas que fazem parte da guerra de atrito.
Além disso, a simples ameaça de agressão militar dos EUA que as bases em si próprias representam constitui uma poderosa operação psicológica estado-unidense destinada a elevar as tensões dentro da Venezuela, forçar o governo a posições extremistas ou a "gritar lobo", e fortalecer as forças internas anti-chavistas e contra-revolucionárias.
Entretanto, é importante verificar que as bases militares fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA em relação a toda a América Latina. Os EUA e a direita na América Latina lançaram uma contra-ofensiva para reverter a viragem para a esquerda ou a chamada "Maré Rosa". A Venezuela é o epicentro de um emergente bloco contra-hegemónico na América Latina. Mas a Bolívia e o Equador e mais generalizadamente os florescentes movimentos sociais e forças políticas de esquerda da região são igualmente alvos desta contra-ofensiva tal como a Venezuela. O golpe em Honduras deu ímpeto a esta contra-ofensiva e fortaleceu a direita e as forças contra-revolucionárias. A Colômbia tornou-se o epicentro regional da contra-revolução – realmente um bastião do fascismo século XXI.
Leia a restante entrevista encontra-se em .resistir.info
à(s)
00:18
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Etiquetas: "Terrorismo", Controlo mental, Corrupção, Elite, Falsa-bandeira, guerra ao terror, Illuminati, maçonaria, media manipulada, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução
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MÉDICOS DE CUBA NO HAITI: A SOLIDARIEDADE SILENCIADA
Publicada por bluesharklima
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Este vídeo mostra nos que cuba esta a ajudar o Haiti em força, mas o interesse da elite é que o mundo não o saiba, dando a sensação ao mundo que países como Cuba e Venezuela são indiferentes a estas tragédias, mas a verdade é que são verdadeiramente humanos e solidários, não ocupam o pais com outro tipo de interesses.
à(s)
23:54
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Etiquetas: Controlo mental, Corrupção, Elite, Illuminati, maçonaria, media manipulada, Nova Ordem Mundial, Problema-reação-solução, Vídeo
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